Adorei o almoço, mas enquanto me lembrar dele não vou a outro. Cinco crianças juntas numa casa onde não moram crianças é estresse demais. Tudo que menino não pode brincar colocado num lugar que parece especialmente feito para eles mexerem, bem ao alcance das suas maozinhas curiosas. Principalmente se a criança se chama Miguel, funciona no 220v, é ativo ao extremo e não se cansa nunca. E olha que ele era um dos mais comportados. Perdi as contas de quantas vezes tive que buscar os brinquedos que ele tinha guardado dentro do pote de mantimento da cozinha da minha amiga francesa que nao tem muita paciência com crianças. Ela que queria ter 5 filhos, mudou totalmente de idéia depois de hoje, e agora só quer um. Tadinha! Acho que o trauma maior ficou mesmo para ela.


Ammar(sérvio) paquerando a Amelie(uma mistura de alema com peruana).

Malec, tunisiana mais simpática e fofa do mundo.


Miguelzinho depois que ficou de castigo por derrubar a Malec, minha amiga paquistanesa e seu filho.
Continuo achando que a melhor comida do mundo é a brasileira e apesar de ter me arriscado a provar algumas coisas, ainda me sinto bem resistente com comidas de outros países. O sucesso da festa foram as minhas "coxinhas". Agora tá todo mundo atrás de mim pedindo a receita, mas já disse que é segredo de família. A pior coisa do almoço foi não falar apenas alemão. A maioria falava espanhol ou português e como tinha uma brasileira que não fala nada de alemão, falamos na maior parte do tempo português. Uma pena, por que além da tunisiana e da paquistanesa ficarem um pouco de lado, acabamos não treinando o alemão que era um dos nossos objetivos. O melhor do almoço é saber que mesmo tão distantes de casa, podemos encontrar pessoas tão especiais com quem podemos dividir bons momentos e isso de uma certa forma ameniza um pouco a saudade que carregamos dentro do peito. Amigos vindos de qualquer lugar do mundo fazem a vida da gente muito mais especial.


Ammar(sérvio) paquerando a Amelie(uma mistura de alema com peruana).

Malec, tunisiana mais simpática e fofa do mundo.


Miguelzinho depois que ficou de castigo por derrubar a Malec, minha amiga paquistanesa e seu filho.
Continuo achando que a melhor comida do mundo é a brasileira e apesar de ter me arriscado a provar algumas coisas, ainda me sinto bem resistente com comidas de outros países. O sucesso da festa foram as minhas "coxinhas". Agora tá todo mundo atrás de mim pedindo a receita, mas já disse que é segredo de família. A pior coisa do almoço foi não falar apenas alemão. A maioria falava espanhol ou português e como tinha uma brasileira que não fala nada de alemão, falamos na maior parte do tempo português. Uma pena, por que além da tunisiana e da paquistanesa ficarem um pouco de lado, acabamos não treinando o alemão que era um dos nossos objetivos. O melhor do almoço é saber que mesmo tão distantes de casa, podemos encontrar pessoas tão especiais com quem podemos dividir bons momentos e isso de uma certa forma ameniza um pouco a saudade que carregamos dentro do peito. Amigos vindos de qualquer lugar do mundo fazem a vida da gente muito mais especial.


Quase todo mundo à mesa esperando a hora de provar as guloseimas.


Paola, uma peruana adorável e Amelie. Eu dando a comidinha do meu príncipe, claro que levei feijão com angu pra ele.
